• Rodrigo Saminêz

De surpresa, Fleet Foxes lança "Shore", seu primeiro álbum visual

Com diversas participações, incluindo Tim Bernardes, "Shore" chega como um lugar de paz.

Foto: Emily Johnston

Hoje (22) é o Equinócio do Outono no hemisféricontexto o norte: perfeito para Fleet Foxes lançar seu quarto disco, "Shore", que chegou sem muito aviso, mas acompanhado de um álbum visual dirigido pela artista visual Kersti Jan Werdal, que acompanha uma jornada de um dia pela costa noroeste do Pacífico, nos Estados Unidos, para registrar as pessoas, animais e paisagens que lá habitam.



O álbum estava sendo produzido desde Setembro de 2018, tendo sido finalizado somente durante a quarentena. Robin Pecknold, idealizador do projeto, conta que desde o primeiro disco, sempre sofreu de muita ansiedade em relação aos lançamentos, à vida na estrada em turnês e à recepção do público, e que em "Shore" não foi diferente, mas com a chegada não só da pandemia, mas de todos os conflitos que esta foi capaz de realçar, o músico conseguiu enxergar de forma mais ampla a proporção de sua ansiedade, em comparação ao cenário atual, e conseguiu ver em sua música algo que pode trazer tanto a si quanto aos ouvintes um desague em águas mais calmas. "Shore" é o mais colaborativo do Fleet Foxes até então, contando com Tim Bernardes (O Terno), Christopher Bear e Daniel Rossen (Grizzly Bear), Michael Bloch e Hamilton Leithauser (The Walkmen). O álbum sucede o excelente e épico "Crack-Up", lançado em 2017.

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